Tal como era esperado, o PSD venceu as eleições e o PS perdeu as eleições (e o José Sócrates a liderança do Partido Socialista, tendo-se demitido). De seguida podem ver o gráfico que indica o lugar em que cada partido ficou, quantos votos e quantos deputados teve. Realço que existem 3 erros gravíssimos nos resultados do escrutínio:
Deveria ter vencido as eleições o Partido “ABSTENÇÃO” com 41,10% dos votos, num total de 3875022 (o PSD apenas teve 2145452 votos);
O Partido “EM BRANCO” teve 148058 votos e por isso deveria ter ficado em 6º lugar;
O Partido “NULOS” deveria ter ficado em 7º lugar já que contou com 75280 votos.
Desde o final de Maio que os alemães têm alarmado o mundo com a possibilidade de haver uma estirpe mortal da bactéria E. Coli nos pepinos (e em outros vegetais que costumam ser utilizados em saladas, como o caso da alface e dos tomates).
Estas notícias vieram colocar em causa a opinião pública de que as saladas eram as refeições saudáveis e que faziam emagrecer e as refeições à base de carne eram prejudiciais e faziam engordar. Existem portanto rumores que foram alguns alemães fãs de salsichas que não gostam de vegetais crus que colocaram este rumor a circular, criando o alarme mundial e enormes prejuízos a agricultores um pouco por todo o lado (mais propriamente da Alemanha, Espanha e até de Portugal).
Acontece que até ao momento, ainda não existem provas concretas que os pepinos estejam contaminados com esta bactéria mortal, mas analisando melhor este assunto e colocando os meus dotes de investigação em prol da saúde pública, consegui encontrar algumas pistas que poderiam indicar que os pepinos são de facto prejudiciais à saúde e até mortais (e não, não é por não gostar de pepinos que estou a “alimentar” esta polémica). Vejam então as imagens seguintes e as explicações para tirarem as vossas próprias conclusões:
Pepinos Vs Bactérias E. Coli: Vejam a imagem seguinte que demonstra bem as semelhanças existentes entre os pepinos e as bactérias E. Coli vistas ao microscópio. Será que as pepinos não passam de bactérias E. Coli que foram deitadas na terra e cresceram até ao tamanho que todos conhecemos?
Cegueira: As rodelas de pepinos, quando colocadas nos olhos (seja de mulheres, crianças, homens e até animais) para além de não tornarem os utilizadores mais bonitos, provocam cegueira temporária e as pessoas apenas conseguem recuperar a visão quando tiram as rodelas dos olhos e os abrem.
Seringas: As pessoas toxicodependentes que partilharem as suas seringas também poderão ser contagiadas por doenças.
Prisão de ventre: Os pepinos causam prisão de aves e até de ventre (das aves que ficarem presas na gaiola feita de pepino).
Espinhos: Os pepinos, à semelhança dos cactos, podem conter espinhos que picam e arranham as pessoas ou os animais que os tentarem tocar. Isto apenas acontece aos pepinos que crescem em locais remotos, áridos e desérticos pelo que é raro serem encontrados nos hipermercados ou em feiras.
Pepinos gigantes: Existem pepinos que podem atingir uns impressionantes 1,8 m de altura e estes podem atacar quando menos o esperamos e nos locais menos óbvios, como na casa de banho (escondidos no chuveiro ou na banheira).
Sexo seguro: As mulheres e “homens” que costumam ter pepinos como parceiros sexuais, podem contrair doenças sexualmente transmissíveis quando utilizam os pepinos sem protecção.
Armas: Os pepinos bélicos também podem ser mortais, dependendo do calibre das balas que disparam.
Amanhã, dia 5 de Junho, é dia de voto nas eleições legislativas de 2011 e somos confrontados com dois grandes desafios. O primeiro desafio passa por decidirmos em que partido votar, o que é complicado porque as pessoas (pelos mais diversos motivos) não se revêem com nenhum deles. O segundo desafio é sabermos onde votar já que paira no ar a desconfiança sobre se devemos votar num local ou em outro.
Enquanto que para o primeiro desafio não vos posso ajudar e cabe a cada um de vocês decidir se vota no partido menos mau, se vota em todos ao mesmo tempo para tentarem criar e eleger uma super coligação com todos os partidos e dessa forma fazer com que o governo passe mais tempo a governar e não em discussões todos os dias sobre leis e outros assuntos, ou se vota em branco, ou seja, um voto de desprezo por todos os partidos e que simboliza que deixará os outros elegerem o governo por si. Para além destas três opções cívicas, existe sempre a quarta opção que é faltar à chamada de cidadania e ir para a praia apanhar sol.
Quanto ao segundo grande desafio para amanhã, que é descobrirem a resposta à pergunta “Onde votar?”, aí já posso dar umas dicas já que existe um site e um serviço de SMS do Ministério da Administração Interna que permitem descobrir onde deve votar cada eleitor. Se fazem parte desse grupo de pessoas que ainda não sabe nem se preocupou em saber até ao último dia (que presumo que serão bastantes), deixo aqui o link para o site onde poderão introduzir o vosso número de Bilhete de identidade ou de Cartão de Cidadão e a vossa data de nascimento, carregam em pesquisar e irão descobrir o vosso número de eleitor e a freguesia ou distrito consular a que pertencem. Se mesmo tendo Internet e estarem a ler este post através da Internet não vos apetecer abrir uma nova janela de browser e visitarem este site, e pretenderem seguir a recomendação da Organização Mundial de Saúde que sugere o envio de SMS porque os telemóveis poderão provocar cancro, poderão descobrir a mesma informação através de SMS. Para isso deverão enviar um SMS (grátis) para o número 3838 escrevendo RE espaço nº de BI ou CC espaço Data de Nascimento no molde AAAAMMDD. Com esses dados, o resto da decisão de escolha é vossa.
Poderão encontrar mais formas de obter estes dados e outras informações sobre este assunto aqui.
Mesmo sabendo o que me esperava, no outro dia ganhei alguma coragem e consegui ver um pouco de um episódio daquela coisa que dá na RTP2 e que se dá pelo nome de Café Central (e que estreou no passado dia 9 de Maio, para nossa desgraça).
O Café Central é um “programa” composto por umas personagens de desenhos animados que simulam estar ao balcão de um café a conversarem e a mandarem “piadinhas” sobre as notícias reais que passaram no telejornal da RTP1 desse mesmo dia. No site do “programa” referem que esta coisa é “Animação em TEMPO REAL! O que acontece HOJE... é tema no café ;)”
Vejam um dos vídeos de apresentação para perceberem o que eu sofri:
Deixo também aqui uma tira da "banda desenhada" para os que se amedrontarem de ver o vídeo...
As personagens são a Gina (uma prostituta), o Bejecas (um bêbedo), o Sr. Conde (um gay), o Águas (um taxista benfiquista), o Félix (um blogger, que se assemelha um pouco ao Nuno Markl, que segundo se consta, já não é lá grande blogger ultimamente… basta dizer que o último post dele no seu blog “Há vida em Markl” foi colocado em Outubro de 2010…) e o Sr. Silva (um empregado de balcão portista).
Voltando ao meu sofrimento… Como esta coisa vai para o ar um pouco tarde e a essa hora ou estou a dormir ou estou a ver algum filme ou documentário com algum interesse e até piada, não me dei ao trabalho de ver o Café Central em “directo” e decidi gravá-lo e vê-lo no dia seguinte. Mal comecei a ver consegui imediatamente confirmar os meus piores receios – aquilo é mesmo mau, não tem piada nenhuma e como tal, merece o seu destaque aqui. Tentam dizer umas piadas daquelas óbvias e que poderiam fazer rir apenas o público com idades inferiores a 5 anos ou superiores a 75 anos, caso estivessem ainda acordados à hora que o “programa” vai para o ar e caso percebessem o que eles estão a dizer. Seja como for, eu aguentei 5 minutinhos e a única vez que me consegui rir foi de alívio quando peguei no comando e consegui carregar na tecla “stop” e parar com todo aquele sofrimento.
Resta-me sugerir um novo nome para este “programa de desanimação” que mais se adeqúe aos seus conteúdos:
Tasca Central
Ralé Central
Desespero Central
Gafe Central
Café Rasca
Café de Alterne
Se pretenderem sofrer mais um pouco, poderão aceder ao site oficial do Café Central aqui.
Já passou algum tempo desde que a Apple, a propósito dos enormes problemas da antena e falhas de rede do iPhone 4, divulgou numa conferência de imprensa que não era perfeita e chocou o Mundo. Foi exactamente no dia 16 de Julho de 2010 que admitiram os problemas no aparelho. Passado quase um ano desde a polémica, os utilizadores, fãs e viciados no iPhone 4 poderão ver o problema da antena resolvido, não pela Apple, mas por uns quantos investigadores da Universidade de Potsdam, na Alemanha, o Sean Gustafson, Christian Holz e o Patrick Baudisch.
Estes investigadores descobriram que o problema da antena do iPhone 4 não tem resolução possível já que sempre que alguém pega no aparelho para o utilizar, o sinal de recepção deteriora-se, acabando por ficar sem rede. Uma boa parte das pessoas que têm iPhone não se importa com este facto até porque apenas querem ter um iPhone para o mostrarem a toda a gente como uma espécie de prémio ou medalha e como tal não o utilizam para telefonar aos amigos (até porque vão perdendo os amigos devido às manias de superioridade que possuem).
Depois de terem chegado a esta conclusão, estes investigadores decidiram que a única forma de conseguirem dar a volta ao problema, seria deixar de pegar no iPhone para telefonar e então criaram uma tecnologia capaz de simular na palma da mão a interface do iPhone 4 de forma invisível e que permite interagir com os botões do aparelho sem lhe tocarem. Os toques na palma da mão são reconhecidos por uma câmara, são enviados para um computador que posteriormente os envia por Wi-Fi para o aparelho, que por sua vez vai reagindo às necessidades do utilizador e como as mãos estão longe, a recepção de sinal da antena melhora consideravelmente.
Vejam o vídeo de demonstração desta solução:
Como esta tecnologia é a única que resolve verdadeiramente o problema da antena do iPhone 4, os utilizadores terão de andar com um computador e com uma câmara consigo e deverão tirar as mãos do iPhone para conseguirem telefonar (para além de terem de conhecer em detalhe todos os botões e funções do aparelho e todas as mensagens de erro ou de confirmação que vão aparecendo porque estarão a olhar para a palma das mãos onde nada aparece projectado). Eu pessoalmente conheço outra solução mais simples que passa pela utilização de um telemóvel que não seja da Apple.
Mais informação sobre este assunto pode ser encontrada aqui.
Para além de serem explorados no mundo real, os chineses têm vindo a ser explorados também no mundo virtual. Esta semana o jornal The Guardian, publicou uma notícia sobre a entrevista a um prisioneiro chinês que foi obrigado a trabalhos forçados na prisão. Durante o dia fazia trabalhos pesados a extrair carvão real de minas reais, à noite, em lugar de dormir, era obrigado a escavar ouro virtual no jogo online World Of Warcraft (WoW). Este ouro era depois vendido online pelos guardas a jogadores de toda a parte do mundo que compravam os créditos para irem evoluindo as suas personagens, nível após nível, sem perderem o tempo.
Enquanto na prisão, os guardas se aproveitavam e escravizavam os prisioneiros para ganharem uns trocos extra, um pouco por toda a China existem já empresas especializadas na exploração, produção e comercialização destes bens virtuais a jogadores de todos o mundo que apenas querem os créditos e items do jogo sem trabalharem para isso… é uma espécie de “dinheiro virtual fácil” e que é considerado crime nos países desenvolvidos e até pelas produtoras dos jogos. Para os chineses que fazem disto uma profissão, e que por sinal é mais fácil e mais recompensadora monetariamente do que trabalhar numa fábrica real da Nike ou da Apple, não existe qualquer problema e cria oportunidades de emprego que de outra forma não encontrariam.
Tal como a maioria dos produtos chineses reais (que podem ser adquiridos em qualquer loja chinesa) que são de baixa qualidade e que apenas funcionam uma ou duas vezes, os items virtuais também sofrem destes problemas. Existem já algumas reclamações junto da Deco sobre a falta de qualidade dos items do World of Warcraft que são produzidas na China e adquiridos online. Os jogadores adquirem espadas que partem facilmente ao tentar matar os dragões, as picaretas de extracção de minério partem pelo cabo, as poções adquiridas têm mais água que ingredientes mágicos e como tal não conseguem provocar os feitiços publicitados, as armaduras e vestuário dos avatares rompem-se e descosem-se facilmente, provocando que por vezes as personagens no meio de um combate fiquem a mostrar as partes íntimas, as jóias e as pedras preciosas são falsificadas, etc.. Mas nem tudo é mau nos produtos chineses e poderão encontrar armas para o WoW que não são produzidas em mais nenhum país. Vejam os seguintes exemplos:
Dois pauzinhos
Poção leite em pó com Melamina
Facas de lançamento Kunai
Estrelinhas ninja Shuriken
Foram estimados valores surpreendentes que indicam que na China existam mais de 100000 gold farmers que joguem para ganhar dinheiro e esse número passa para 400000 se estivermos a falar de todo o continente asiático. Este número tenderá a evoluir à medida que as ligações à Internet fiquem disponíveis a mais e mais pessoas destes países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, o que levará ainda a outro fenómeno que passo a explicar de seguida.
À medida que a China se vai tornando um país mais desenvolvido e vai destruindo a economia da Europa através da concorrência desleal e exploração (e até escravatura e trabalho infantil) na produção de produtos (na sua maioria, de baixa ou sem qualquer qualidade), o Gold Farming vai passar a outro nível completamente diferente e passarão a ser os europeus a jogarem online para venderem os seus créditos de World of Warcraft aos jogadores chineses que vão ficar sem tempo para jogar online devido ao aparecimento de melhores empregos e modos de vida.
Enquanto isso não acontece, existem já viciados europeus e americanos que consideram este fenómeno um sonho tornado realidade. Estes viciados, na sua maioria jovens cujos pais proíbem de jogar a noite toda porque têm de descansar porque no dia seguinte têm de ir para escola para serem alguém com carreira no futuro, que estão a pensar seriamente em viajarem para a China para cometerem uns crimes menores, irem presos e serem obrigados a passar toda a noite a jogar World of Warcraft. Ouvem-se já frases por aí “Quem me dera ser obrigado a jogar toda a noite sem parar”…
O Director Geral do FMI Dominique Strauss-Kahn foi preso no aeroporto JFKennedy, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América. O Dominique foi preso por tentativa de violação e sequestro de uma empregada de limpeza do hotel Sofitel.
Depois de ter violado financeiramente a Grécia e mais recentemente Portugal (com impunidade), o FMI, representado pelo seu director, decidiu que queria violar também mulheres.
Até agora o director do FMI pernoitava em hotéis de luxo como o Sofitel e nessas estadias tentava violar as empregadas, agora vai passar a pernoitar na prisão e vai tentar não ser violado pelos restantes presos. Vejam as imagens seguintes que mostram a diferença nos estabelecimentos:
No outro dia adquiri uma máquina de café expresso Delta Q Qool Preta com a esperança de conseguir tomar um café em casa tal como se toma num qualquer estabelecimento, mas mais barato.
Fui à Worten para aproveitar uma campanha que permitia comprar a máquina por €79,00 e ofereciam a possibilidade de preencher um cupão, colar o código de barras, fotocopiar o talão da compra, juntar tudo num envelope e enviar para a Delta (mais precisamente, para a empresa que coordena a campanha) para eles validarem tudo e se tudo estiver conforme o regulamento, enviam vários vales de compras no valor de metade do valor da máquina para gastar em cápsulas Delta Q. Confesso que ainda não consegui completar todo este moroso processo para receber os vales. Ainda me falta dirigir-me aos correios para deixar o envelope e esperar e desesperar pelos vales de compras. Acontece que esta oportunidade tem um prazo que temos que cumprir se quisermos ter a possibilidade de rentabilizar a compra.
Adiante… Comprei então a máquina, uma caixa de 10 cápsulas de café e fui para casa. Cheguei a casa, tirei a máquina da caixa, fui-me sentar à mesa e esperei que alguém me viesse atender. Esperei cerca de 30 minutos, 20 dos quais com o braço no ar, na esperança que alguém me viesse atender, o que não aconteceu. Para além de ter ficado com o braço dorido, irritado por não haver nenhum jornal do dia para ler, não haver televisão com SportTV para ver um joguinho de futebol, continuei com vontade de tomar café. Só não me levantei e me fui embora devido ao mau atendimento porque estava na minha própria casa e não tinha para onde ir. Acabei por desistir de esperar e fui ler o manual de instruções da máquina e após alguns breves minutos, percebi que o(a) empregado(a) de mesa não vinha incluído(a), consegui ainda ligar a máquina à tomada, coloquei uma cápsula no seu interior, coloquei uma chávena pronta a receber o café e quando liguei a máquina até me assustei com o ruído que aquilo fazia. Apesar de tudo, o ruído não era tão incomodativo como os anúncios do Bruno Nogueira onde vemos e ouvimos umas cápsulas a “cantar”, a “falar” e a “dançar” em colombiano, indiano, brasileiro, etc. Se não conhecem estes anúncios, vejam o vídeo seguinte:
Achei mais piada ao ruído que a minha máquina fez do que propriamente aos anúncios do Bruno Nogueira.
Conclusão, apesar de cada café ficar a €0,29, dependendo do tempo que se perde a fazer o café com as próprias mãos e o valor das tarefas que deixam de fazer durante esse tempo, o café tomado em casa, poderá não compensar. Para além disso, podemos correr o risco de nos dirigirmos à cozinha para prepararmos o nosso café e percebermos que ficámos sem cápsulas e não conseguimos tomar café, muito menos reclamar, o que não acontece num convencional estabelecimento ou tasca onde existe sempre café (a não ser que não exista electricidade, o que poria o estabelecimento em pé de igualdade com a nossa cozinha). É claro que o valor que atribuímos ao trabalho que dá fazermos o café em casa depende de caso para caso, pelo que deixo essa avaliação e cálculo para cada um.
Durante a preparação do café, reparei numa pequena peça de plástico verde que existia dentro do depósito de líquidos e após alguma leitura mais atenta do manual e alguns testes, deu para perceber que era uma bóia de sinalização que sobe e sai por um orifício redondo da grelha de apoio das chávenas e que nos alerta quando o depósito está cheio. Vejam algumas fotos dessa pequena maravilha da inovação:
Localização da Bóia:
Foto da Bóia:
Foto da Bóia sinalizando que o depósito está cheio:
Ao ver como funciona esta bóia, lembrei-me que o acessório poderia ser adaptado para ficar um pouco mais divertido, inovador, ou se preferirem, parvo. Vejam algumas sugestões de formas para as bóias das máquinas Delta Q Qool:
Bóia Bin Laden Morto no Mar:
Bóia Crocodilo:
Bóia Flor:
Bóia Garrafa com Mensagem:
Bóia Leonardo DiCaprio a afogar-se no filme Titanic:
Bóia Mão a pedir auxílio:
Bóia Monstro Lago Ness:
Bóia Periscópio de Submarino:
Bóia Tubarão:
Bóia Vibrador:
Após consultar o site MyDeltaQ, descobri que vendem acessórios para a máquina e na lista do site e existe o depósito de líquidos (€ 7,88) e a bóia (€ 0,57), vendidos em separado, quando na realidade, não conseguimos separar um componente do outro sem os partir (não existem parafusos ou encaixes), o que significa que também não os conseguimos comprar em separado e “montar”/instalar na máquina. Caso a Delta decida começar a adoptar estas bóias que inventei, terá de as produzir na fábrica, oferecendo novas variedades de máquina em função do tema da bóia (em lugar de terem apenas a Qool Preta, Laranja, Vermelha, Verde e Branca…).
A Delta Q, preocupada com as questões ambientais, sugere no seu site que se reciclem as cápsulas utilizadas. Mas como apenas é possível fazê-lo nas lojas Delta Q e nos departamentos comerciais Delta, as pessoas têm apenas 2 hipóteses cómodas e fáceis para reciclarem estas cápsulas: ou depositam-nas nos ecopontos amarelos (uma vez que as cápsulas são de plástico) ou tentam aldrabar o objectivo principal da existência deste tipo de cápsulas (fidelizar os clientes a comprarem apenas cápsulas desta marca de café), enchendo-as novamente com café mais barato. Vejam o vídeo seguinte onde demonstram este procedimento “duvidoso”:
Para terminar, resta-me informar que o café até é bom...
No passado dia 11 de Maio de 2011, o candidato a Ministro das Finanças pelo PSD, no programa “Negócios da Semana” da SIC Notícias veio criticar que os jornalistas (e o resto do pais) não discutem “as grandes questões que podem mudar Portugal” uma vez que andam a discutir “Pentelhos”.
Vejam o vídeo destas declarações, no mínimo, peludas:
Se o Eduardo Catroga pretendia que se deixassem de discutir acerca dos pentelhos penso que deveria ter lançado para debate publicou outro qualquer tema que não fossem os próprios pentelhos.
O país ficou dividido com este incidente: enquanto uns se ficaram a rir com o sucedido, outros ficaram a chorar ao terem percebido finalmente que o PSD não tem alternativas políticas para as medidas que o PS tem vindo a seguir nos últimos anos, e como tal, vêm a público falar sobre pelos púbicos.
Depois da polémica, o Eduardo Catrogra começou a estudar um novo look baseado num “penteado” púbico feminino, que será composto por uma “pêra” e um pin(telho) em forma de pelo púbico que poderá ser colocado no colarinho das camisas. Vejam a foto seguinte com esse novo look:
Para acompanhar este pensamento estratégico do Eduardo Catroga, o PSD começou já a alterar o seu programa político para um documento que terá apenas uma folha, a capa, e eu consegui ter acesso ao primeiro draft:
Neste endereço podem descobrir onde foi o PSD desencantar a inspiração política para tentarem governar Portugal...
Hoje, dia 8 de Maio, estreia na RTP1 mais um “programa” de entretenimento de seu nome “Último a Sair”. Este “programa” é uma espécie de série ou telenovela cujo tema é a um reality show. Como se não bastasse que as novelas e os reality shows fossem já suficientemente maus em separado, a RTP surpreendeu tudo e todos quando decidiu juntar as duas coisas, criando o que poderá ser o pior programa de sempre que já apareceu num canal. Vejam o vídeo de demonstração:
Para piorarem um pouco mais esta tragédia os “actores” foram escolhidos a dedo, já que temos a Luciana Abreu, o Roberto Leal, Bruno Nogueira e até o Batatinha (entre outros). Eu diria que o Batatinha no meio desta palhaçada acaba por ser redundante.
Ninguém sabe quem será o último a sair, mas eu sei que o vómito vai ser o primeiro a sair logo que isto passe na TV. Por isso, tenham atenção na utilização do comando e evitem mudar para a RTP durante o serão.
Chegou o momento de revelar mais um dia da viagem de descoberta do caminho parvo para a Índia – o 5º dia.
Neste dia tinha chegado o momento de voltar a voar em aviões de um lado para o outro. No caminho para o aeroporto de Udaipur passei por uns campos onde estavam a cultivar umas plantas “medicinais”, as papoilas de ópio. São medicinais já que servem para “curar” a comichão aos drogados e servem também para “curar” a ressaca quando estão muito tempo sem consumir, chegando por vezes e dependendo das quantidades da dose consumida, a “curar” de forma permanente, todas as outras doenças que os drogados possam ter. Fosse para que fim fosse, existiam campos de papoilas como existiam campos de trigo, centeio, etc., eram comuns. Pelos vistos basta terem uma licença de cultivo para fins medicinais e qualquer um pode cultivar. Parámos num destes campos para tentar obter uma flor para recordação e para fins ornamentais (sim, também servem para colocar em jarras) mas quando o taxista se dirigiu às agricultoras (em inglês e neste contexto os agricultores denominam-se de “dealers”) para pedir uma flor rapidamente recusaram de forma cordial dizendo que não podiam. Faltou verificar se a cordialidade continuava caso o taxista tivesse insistido ou tentasse entrar e tirar uma sem autorização. Já estou a imaginar as enxadas a transformarem-se em kalashnikovs… Vejam as fotos do campo de papoilas “medicinais”:
Uma vez no aeroporto de Udaipur e já a caminho do “avião” (já vão perceber o porque da colocação de aspas na palavra avião) que nos iria levar até Nova Deli deparei-me com mais um momento que parecia retirado do filme do Indiana Jones – O Templo Perdido. No início deste filme o Indiana Jones fugiu do vilão Lao Che e dirigiu-se para o aeroporto de Xangai para apanhar um avião que os levassem de lá para fora. O avião em causa era um Ford 5AT Trimotor (Ford de Henry Ford e não de Harrison Ford) que era um pequeno avião de passageiros com três motores e movido a hélices. Podem ver mais informação sobre o avião original do filme neste link. O avião que encontrei no aeroporto de Udaipur era semelhante (o ATR 72-500), tinha também hélices, com a desvantagem de ter apenas dois motores (mesmo que pudessem ser mais potentes, eram menos e isso preocupou-me). Era tão pequeno que parecia um autocarro urbano com asas e hélices. Vejam as fotos seguintes onde podem ver mais uma vez o paralelismo entre a minha viagem e o filme do Indiana Jones:
Avião Ford 5AT Trimotor do Indiana Jones - Temple Of Doom no Museu:
Avião Ford 5AT Trimotor do Indiana Jones - Temple Of Doom no Aeroporto:
Avião ATR 72-500 no Aeroporto de Udaipur:
Avião Ford 5AT Trimotor do Indiana Jones - Temple Of Doom Foto da Hélice:
Avião ATR 72-500 no Aeroporto de Udaipur - Foto da Hélice:
Avião Ford 5AT Trimotor do Indiana Jones - Temple Of Doom Foto do Interior:
Avião ATR 72-500 no Aeroporto de Udaipur - Foto do Interior:
A grande diferença deste avião em relação aos normais é o ruído quando ainda está na pista já que é um pouco mais incomodativo e depois é mais propenso a turbulência, mas em condições normais até voa bastante bem e tem estabilidade suficiente. Uma diferença importante em relação ao voo do filme, foi que neste avião não existiam botes salva-vidas nem pára-quedas.
Depois de chegarmos a Nova Deli ficámos à espera do voo que nos iria levar para o norte, para a cidade de Amritsar. Efectuamos o check-in das malas, o embarque e tudo decorria normalmente até que começamos a esperar, a esperar e a desesperar pela descolagem que tardava em acontecer. Fomos informados que o piloto estava atrasado e que tínhamos de esperar.
Começaram imediatamente a surgir boatos que o piloto poderia ser uma mulher, o que podia automaticamente justificar o atraso. E era mesmo! Antes de começarem já com fantasias eróticas e a imaginar a senhora piloto com um fato de capitã pornográfico ou mesmo sem qualquer roupa como fizeram as hospedeiras da companhia espanhola Air Comet que se despiram para um calendário como forma de protesto por estarem vários meses sem receber os ordenados, informo que ela vinha vestida e trazia uma farda normal. Aproveito para colocar uma dessas fotos de calendário para informar os mais desatentos:
A senhora piloto tinha-se atrasado, como acontece com quase todas as mulheres. Normalmente atrasam-se porque não sabem o que vestir, mas neste caso penso que não teria grande escolha: ou vestia a farda de piloto ou então a farda de piloto, não existiam mais alternativas. Outra das razões que poderiam justificar o atraso foi o tempo que a senhora demorou a aplicar a maquilhagem ou então porque esteve a cozinhar para o marido e restante família até porque o voo deveria ter partido pelas 19:30, hora habitual para se começar a preparar o jantar. Ouvi ainda alguns boatos durante a espera que a capitã poderia ter-se atrasado porque saiu tarde de casa, mas a razão mais plausível pode ter sido que a senhora possa ter saído tarde da sua reunião com a pessoa que lhe vendeu a licença falsa de piloto (foi precisamente em Março de 2011 que a polémica estalou ao terem sido apreendidos vários pilotos homens e mulheres com falsas licenças de pilotagem de voos comerciais). A corrupção faz destas coisas, colocando a vida de pessoas inocentes e até de terroristas nas mãos de pessoas que não sabem pilotar. Não cheguei a perceber a verdadeira razão do atraso até porque a Capitã não se justificou quando chegou (provavelmente por estar envergonhada com a salva de palmas que recebeu quando passou pelo corredor em direcção ao cockpit) nem cheguei a perceber se a sua a licença de piloto era verdadeira ou não, o que é certo é que lá nos preparámos para descolar em direcção à Amritsar.
A senhora fechou a porta do cockpit, sentou-se, puxou o banco todo para a frente para chegar aos pedais e para tentar ver a frente do avião, verificou os retrovisores para ver se a maquilhagem e o penteado estavam bem e lá meteu o avião a trabalhar. Enquanto nos fazíamos à pista, a piloto ao fazer as manobras, lá conseguiu riscar as jantes do avião no passeio e como é normal nestes casos, nem parou para sair e ir tentar descobrir a origem daquela chiadeira metálica que todos ouviram. Já na pista e prontos para descolar, a capitã deixou o avião ir a baixo duas vezes (ainda bem que isto não aconteceu em pleno voo) e è terceira tentativa e 1 hora e tal depois da hora marcada, descolámos. O voo teve alguma turbulência (mas nada de especial tendo em conta que tínhamos uma mulher ao volante) e o avião “fugia” um pouco de traseira nas curvas talvez devido ao excesso de peso provocado pelas compras que a piloto colocou na mala do avião antes de descolarmos e mesmo tendo chegado bem ao destino, constatei que mesmo nos céus, elas são um perigo constante!