domingo, 26 de julho de 2009

Audi TT Extreme Parolo

Enquanto navegava pela NET em busca de fotos do Audi TT deparei-me com o Audi TT Extreme Tuning. O proprietário decidiu abdicar de um carro, transformando-o num Batmobile parolo. Enquanto o transformava foi perdendo importantes atributos originais, ao nível da estética, da segurança, aerodinâmica, entre outros. Ou seja, fez exactamente o contrário do que os verdadeiros amantes do Tuning defendem. Vejam as fotos e perceberão logo o que estou a dizer:





Para provar o que estou a dizer em relação à segurança, fui ao site oficial dos testes de segurança aos automóveis, Euroncap e reparei que ao nível dos peões, este carro de origem já não apresentava qualquer segurança:
“Pedestrian - Protection offered to pedestrians was abysmal: the car scored no points and gained no stars. Euro NCAP says Audi needs to improve performance in this important area.”

Com estas modificações o Audi ganhou uma lâmina assassina no lugar do para-choques frontal, que para além de cortar os membros inferiores de qualquer peão que se atravesse na sua frente, é também bastante útil para ceifar centeio em campos agrícolas.

Festas populares



Após muito tempo a aguentar estas palhaçadas a que chamam “Festas”, decidi hoje fazer alguma coisa. A gota de água que entornou a minha paciência foi o facto de não conseguir dormir o fim-de-semana todo devido às inúmeras faltas de civismos e ilegalidades provenientes de uma festa próxima da minha casa.

Tudo começou na sexta, por volta da meia-noite, quando tentava adormecer, que começou a barulheira. Começaram a lançar ruidosos foguetes que pareciam bombas lançadas pela aviação inimiga. Até as casas abanavam com as explosões. Dei um salto na cama tão alto que se não fosse o facto de ter agarrado o lençol e o ter usado como pára-quedas, tinha-me magoado de certeza. Não sei precisar qual a hora a partir da qual, legalmente, não se pode fazer poluição sonora, ou seja, ruído, mas deve ser a partir das 22h. Mas para quê lançar fogo-de-artifício? Para começarem incêndios nas florestas próximas? Porque é bonito? Para além do barulho que fazem, são perigosos quer para as pessoas que os fabricam, quer para as pessoas próximas dos locais onde são lançados, podem provocar incêndios que destroem casas, florestas e por vezes provocam vítimas mortais, e por último, não me deixam dormir. Não chegavam lançar os foguetes à noite, mas porque os organizadores destas festas querem ter a certeza que as pessoas não dormem, lançam também foguetes logo de manhã. Porque é que acham que estou acordado a esta hora? Porque as explosões começaram logo às 9h.

O fogo-de-artifício é irritante, mas a “música” que nos obrigam a ouvir durante o fim-de-semana todo acho que é ainda pior. Mesmo que eu quisesse dormir um pouco durante o dia para recuperar, não o conseguiria fazer devido aos berros das senhoras do rancho das “músicas” que são disparadas do alto das torres das igrejas via altifalantes. Sou obrigado a ouvir esta porcaria 2 dias inteiros?

Dou-vos um exemplo, se eu arranjasse umas colunas gigantes e as colocasse no meu jardim ligadas ao PC e começasse a mandar uns tiros e umas bazucadas no Unreal Tournament (no primeiro, claro) à meia-noite, teria logo a GNR à minha porta 30 minutos depois para me mandar calar porque estava a incomodar as pessoas, as mesmas pessoas hipócritas que organizam e apoiam a barulheira das festas populares. Se com as mesmas colunas passasse o fim-de-semana todo a ouvir músicas nas alturas (tipo DJ Tiësto, Cosmic Gate ou Benny Benassi), ou seja, que não fossem músicas de ranchos folclóricos, estaria logo a ser chamado à atenção por caçadeiras, pedradas ou outra qualquer acção repreensiva por parte dos vizinhos.

Onde é que está a diferença?

sábado, 25 de julho de 2009

Fubu e o Beatbox

Hoje ouvi no telejornal a história do Vitor Santos (Fubu para os amigos e para os inimigos), um gajo que faz música com a boca e sem instrumentos. A esta “arte” chamam-lhe Beatbox e podem ver um pouco no seguinte vídeo:



O Fubu consegue fazer estes sons todos porque tem um piercing em forma de baqueta na língua e tem os dentes todos chumbados com vários tipos de metais para servirem de bateria. Os restantes ruídos têm como origem a azia no estômago provocada quando ingere comidas muito condimentadas com especiarias. Ele revelou no outro dia que costuma comer um franguinho de caril ou umas moelas bem picantes antes de cada espectáculo.

Imagino que no grupo de amigos dele existam amantes de Tuning, uns com mais dinheiro para investir em auto-rádios, colunas e subwoofers, e outros com menos dinheiro que se limitam a dar-lhe boleia enquanto ele se encarrega de retribuir com som.

Amigos com dinheiro:



Amigos tesos:

Nasci p'ra cantar



Mais um programa de música na TVI. O que diferencia este dos outros todos para além do nome? É apresentado pelo Herman José. Não me vou alongar muito no texto, porque é escusado. Ficam apenas o registo e as habituais sugestões para mudança do nome do programa:
  • “Não nasci p'ra cantar”
  • “Programa de música nº 814 de 2009”
  • “Pedimos desculpa aos senhores telespectadores, mas por motivos de força maior, foi necessário efectuar uma manutenção nas nossas antenas que provocou o corte temporário na transmissão da emissão.”

Há festa em…



Aos domingos à noite, na RTP1, em horário nobre (que rapidamente deixa de o ser com estas coisas), vai para o ar um episódio do programa “Há festa em…”, apresentado pelo José Carlos Malato e pelo Fernando Mendes. É um programa que vai ter 6 episódios, cada um realizado numa cidade qualquer. Já passaram em Peniche e acho que o próximo é em Évora. Eu estou a dizer o nome das cidades, não para irem lá ver aquilo, mas para se afastarem o mais possível do raio de acção deste show.

O ingrediente principal do programa deveria ser o humor, mas quando foram comprar os ingredientes para confeccionarem o programa, esquecerem-se desse pormenor. Juntaram o Fernando Mendes, que às vezes até diz uma piada de jeito no meio das centenas de “piadas” que diz durante os programas que faz, com o José Carlos Malato que não diz piada nenhuma e que decidiu ter mais graça enchendo o bandulho para imitar o Fernando Mendes. Se a realização do programa estiver a pagar estes dois ingredientes do programa a peso, estão desgraçados, já que, por programa, sobem ao palco 500 kg de apresentadores.



Existem dois personagens no Contra-Informação que têm umas alcunhas escolhidas a dedo: “Engordando Mendes” e “José Carlos Palato”. Escolher melhores nomes era impossível! A RTP também gostou destes nomes e juntando isso à expressão “Engordar para o talho”, incentivou o Malato a engordar para ver se ficava engraçado. Posso garantir que o conceito “Engordando Malato”, cujo termo agora inventei, não está a resultar. A não ser que o público-alvo do programa seja apenas aquele da faixa etária dos reformados com idades superiores a 80 anos, então aí até poderá estar a resultar já que eles nem sequer conseguem ouvir as “piadas”.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Mais de 60 Readers

Fiquei estupefacto quando hoje abri o AindaPiorBlog por volta das 6h50m da manhã e reparei, por entre as remelas, que tinha 62 Readers pendurados no meu link RSS. Fiz um screenshot do acontecimento para colocar aqui neste post e que servirá para me recordar todos os dias que tenho de fazer algo para começar a baixar o número de pessoas que insistem em ler o que escrevo, mesmo não vindo cá:



Posto isto, parti pela Net fora em busca desses gurus do piorio que ainda conseguem manter os seus sites imaculados e sem qualquer leitor assíduo e aprender com eles. De entre todos os que encontrei, gostaria de destacar este, que me servirá de inspiração:
http://zeroreaders.blogspot.com

Pelo que percebi, o objectivo da pessoa que o fez é similar ao meu, ou seja, ter um blog tão mau que ninguém goste de o ler. A principal diferença é que essa pessoa está a conseguir. Sim, reparei também que é mais recente e que só tem um post… Mas está a conseguir o seu objectivo.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Há 40 anos o homem pisou a Lua



E eu há pouco pisei cocó de cão num passeio perto da minha casa e ninguém falou nisso até agora. O que é certo é que o cocó que eu pisei, acabou por ser um pequeno passo para mim, mas de certeza absoluta que foi um grande esforço para o pobre cão que o fez. Compreendo até que o dono não tenha conseguido limpar aquilo, já que de certeza que ninguém vai passear o seu cão com uma pá e um rolo de sacos do lixo de 25 litros. Enquanto uns festejam a ida à Lua, eu tenho que decidir se deito as sapatilhas fora ou se as tento lavar até sair o cheiro. Durante o tempo dispendido com esta dúvida existencial, deparo-me a pensar no seguinte: será que o Neil Armstrong também pisou cocó lá na Lua? Se existe vida na Lua, por exemplo, canina, e se algum cachorro se lembrou de fazer por lá as suas necessidades fisiológicas, aviso desde já os futuros astronautas que lá decidam ir para terem algum cuidado uma vez que o cocó ficará lá muito, mas muito tempo. Segundo li por aí em sites, estima-se que as pegadas que lá foram deixadas pelos astronautas, durante as 22 alunagens já efectuadas, demorarão a desaparecer cerca de 100 anos. Agora imaginem quanto tempo demorará a desaparecer cocó de cão ressequido pelas poeiras cósmicas provenientes do espaço longínquo.



Voltando aos festejos, segundo se consta, hoje dia 20 completam-se 40 anos da primeira pisadela na Lua, que pelos vistos ocorreu às 20h18 de Lisboa, no domingo 20 de Julho de 1969. Se estes dados estiverem certos, o evento ocorreu no dia 20 em Portugal e em todos os outros locais que tenham fuso horário menor ou igual ao de Teerão. Locais como Cabul, Banguecoque, Sidney, entre outros, apenas terão visto a primeira pisadela no dia 21 de Julho de 1969. Pequim deve ter visto a primeira alunagem num dia qualquer do ano do Louva-a-Deus ou do Porco ou de outro qualquer animal, isto é, se o regime os tiver deixado ver Televisão ou acederem ao Twitter. Ficam aqui estas pequenas, mas importantes correcções.

domingo, 19 de julho de 2009

Sangue Gay



O Ministério da Saúde informou recentemente que os homens que tenham indicado que praticaram sexo homossexual, ou seja, com outros homens, não poderão doar sangue. Segundo o ministério, os homens homossexuais têm comportamento de risco e poderão colocar em causa a vida dos potenciais receptores. Esta atitude do Ministério da Saúde leva-nos a duas possíveis conclusões: ou o sangue que é doado pelas pessoas não é submetido a análises e testes que comprovem que pode ser introduzido em segurança em pacientes que o necessitem; ou os homossexuais têm doenças raras que ainda não são detectadas.

Eu fico inclinado pela primeira hipótese, ou seja, o Ministério farta-se de pedir às populações que doem sangue, e depois como recebem muita quantidade, não têm tempo de a testar toda. O único teste conhecido que eles fazem, é o tal inquérito que os dadores preenchem numa folha de papel e que determina se o sangue é bom ou não e que também discrimina os homossexuais que coloquem uma cruz no “sim” como resposta à pergunta “Praticou sexo (de risco) com outros homens?”. Esta polémica toda está a afectar os relacionamentos homossexuais dos homens que pretendem doar sangue no futuro, já que “matam“ os relacionamentos com os seus parceiros, enveredando pelo celibato, em prol do salvamento da vida de desconhecidos.

Uma vez que não acredito que o Ministério da Saúde vá alterar a sua posição em relação a este tema num futuro próximo, resta-me deixar aqui algumas sugestões de perguntas para adicionarem ao inquérito e que irá determinar outros dadores de risco que pretendam doar sangue para salvar vidas:
  • “Pratica base jumping?”
  • “Pratica down-hill (urbano ou não)?”
  • “Conduz ou pensa conduzir no futuro um SMART em auto-estrada?”
  • “Faz street-racing com “carros” Fiat Uno cheios de garrafas de NOS?”
  • “Fuma enquanto abastece combustível?”
  • “Lê ou pretende ler no futuro o AindaPiorBLog?”

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Revista B!T – Erro de Sistema

Tenho em minha posse a edição de Junho de 2009 da revista BIT Tecnologia para todos (B!T). O que achei particularmente interessante nesta edição foi a secção “Erro de Sistema”, na página 84. Nesta edição, com o título “Trapalhadas no Photoshop – Top 8”, foram enumerados uns quantos erros feitos por designers gráficos no Photoshop, paint ou notepad. O erro que mais me saltou à vista foi o de um wallpaper oficial do GTA em que vemos uma moça a lamber um chupa-chupa, segurando-o com a mão direita que por sinal tem 6 dedos. Vou colocar aqui a imagem em causa e a transcrição do que os editores da revista escreveram:



Seis para um chupa
O Photoshop tem um novo efeito colateral: é radioactivo e faz nascer dedos extra (contem lá quantos é que estão na manápula que segura o chupa-chupa). Este é um wallpaper oficial da Rockstar, só para quem está maios desatento.”


Posto isto, resta-me dizer que a rapariga da imagem até podia ter nascido com 6 dedos, não vejo nada de especial nisso, nem se pode chamar a isso “Erro de Sistema”, o que é necessário salientar é o erro crasso na descrição do “erro”. O que significa a palavra “maios”? Fica a questão para o pessoal da equipa da BIT que, para quem tem telhados de vidro, atiram pedras a uma altura bastante perigosa!

Já agora, deixo aqui o link para o wallpaper que tem a pobre rapariga de seis dedos:
http://www.rockstargames.com/IV/downloads/wallpapers/outdoor-lollipop_2560x1600.jpg

E se encontrarem algum erro no texto deste post ou de outro qualquer, leiam o título do blog antes sequer de pensarem em reclamar…(reclamem sim, caso não encontrem erros já que é suposto isto ter alguns).

sexta-feira, 10 de julho de 2009

BPP comprado por um euro


Eu já sabia que o Banco Privado Português não valia grande coisa. O que eu não fazia ideia era que valia tão pouco. €1 (um euro) foi a quantia acordada entre o BPP e a Orey Financial, segundo anunciou esta última à CMVM. Caso o Banco de Portugal não se imponha, este negócio será posto em andamento. Se analisarmos do ponto de vista da Orey Financial, o negócio promete ser rentável, por que lhes basta venderem um qualquer teclado, armário, mesa, cadeira existente nos escritórios que adquiram por €2 que já estarão a rentabilizar o negócio feito. O pior são os clientes lesados pela anterior administração que viram todas as suas poupanças desaparecerem depois de terem sido “investidas” em “aplicações financeiras” duvidosas, como o caso do jogo da roleta nos casinos, jogar poker online, corridas de galgos, lutas de galos, etc. Tudo aplicações do dinheiro feitas sem qualquer risco para os depositantes.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Cristiano Ronaldo vs. Staples Stock Off



Ontem aconteceram dois eventos de autêntica loucura na Península Ibérica. Um destes eventos foi a apresentação do Cristiano Ronaldo como jogador do Real Madrid onde estiveram presentes mais de 85000 pessoas no estádio Santiago Bernabéu, em Espanha. O outro evento foi a campanha Staples Stock Off em que ofereciam uns quantos produtos a preços “muito” mais baixos em lojas de todo o país (Portugal). Enquanto uns largos milhares de pessoas acamparam, fizeram fila, empurraram, pisaram e esmurraram os outros para conseguirem ver o Cristiano Ronaldo vestido com o equipamento do Real, outros acamparam, fizeram fila, empurraram, pisaram e esmurraram os outros para pouparem uns quantos euros na compra de um qualquer produto de informática ou escritório.

Uma vez que o primeiro evento teve um pouco mais de atenção mediática do que o segundo, decidi dar aqui algum destaque a uma multidão de pessoas na fila para entrar numa das lojas do Staples:

domingo, 5 de julho de 2009

Roger Federer venceu o torneio de Wimbledon



Roger Federer derrotou o Andy Roddick na final do torneio de Wimbledon e voltou ao primeiro lugar do ranking da ATP. Ao contrário do que se poderia esperar, a principal dificuldade enfrentada pelo Federer não foi o potente serviço do Andy Roddick (que detém o record de serviço mais rápido que atingiu os 246,2 km/h), até porque foi o Federer que consegui fazer mais ases durante o jogo. A principal arma do americano era o momento que ocorria durante a preparação para o serviço e não a força com que o fazia. O Federer teve que enfrentar uma enorme vontade de rir durante todo o jogo ao ver os tiques nervosos e quase gays do Roddick a servir com o traseiro espetado para trás:


TGV na SIC



Vai estrear hoje na SIC mais um “bom programa de entretenimento”: o TGV. Pelos vistos a sigla significa “Todos gostam do Verão”, mas poderia significar outra coisa qualquer desde que usassem um termo polémico, que esteja na moda e a ser excessivamente usado nas notícias nacionais. Podia explicar aqui em que consiste o programa, mas acho que ninguém se interessaria por isso, uma vez que a atracção principal do programa, e tal como acontece no “Tá a gravar”, é a Carolina Patrocínio e os seus atributos. Pelos vistos também irá andar por lá um apresentador masculino, um tal de João Manzarra, mas ninguém vai dar por ele. Tanto os telespectadores masculinos como os femininos apenas terão olhos para a Carolina, os primeiros para se babarem a olhar para as pernas dela, as segundas a invejarem as pernas dela, as roupas, os penteados, os brincos, os sapatos, etc.

Em relação ao nome do programa, tenho algumas sugestões que podem ainda ser utilizadas sem me pagarem quaisquer direitos de autor:

  • TGVC – Todos gostam de ver a Carolina
  • Aeroporto
  • Freeport

sábado, 4 de julho de 2009

Logótipo AindaPiorBlog 2009

Tal como prometido aqui, decidi criar um novo logótipo para este ano. Desta vez decidi fazer algo diferente do habitual e consequentemente algo que os dois visitantes assíduos do AindaPiorBlog não esperariam.

Uma vez que as pessoas estavam à espera de um logótipo pior do que o anterior, eu tentei fazer um muito melhor de tal forma que até destoasse e ficasse mal no blog. Globalmente estou satisfeito com o resultado final até porque porque este logótipo era coisa para valer uns trocos feito por uma qualquer empresa de design/comunicação. Senão vejam o resultado na seguinte comparação entre as duas versões:

Antes:


Depois:

Husqvarna Panthera Leo



A empresa Husqvarna anunciou um concept car eléctrico, arrojado e inovador que também é capaz de cortar a relva: o Husqvarna Panthera Leo. Ok, confesso que não é bem um carro, nem uma Pantera ou um Leopardo (como o nome poderia deixar antecipar), mas pelo aspecto do veículo também não me parece que seja um corta-relva. Tendo em conta os carros ecológicos que têm sido desenvolvidos e lançados para o mercado pelas marcas de automóveis, este parece-me muito melhor nos seguintes aspectos: é descapotável, é ecológico, tem um design moderno e futurista, tem pneus todo-terreno, e a minha característica preferida, também corta a relva. Este modelo tem outra vantagem em relação a todos os outros veículos ecológicos: faz mais ruído. Esta é uma característica muito importante e pela qual as organizações de apoio às pessoas com problemas auditivos e visuais têm lutado nestes últimos anos. Os carros ecológicos são demasiado silenciosos, até para as restantes pessoas, que estão habituadas a atravessar as ruas sem olhar, confiando nos seus ouvidos e que um dia podem ser atropeladas por um carro silencioso. Algumas marcas de automóveis só agora se têm preocupado com esta problemática, como o caso da Toyota, que pensa inserir no seu Prius mecanismos de poluição sonora.

Vou deixar aqui um vídeo desta máquina para se deliciarem: