
Nos últimos dias, a música pop tem andado na boca do mundo. Por isso achei que era de extrema importância trazer para discussão mundial o detergente de lavar a louça Super Pop. Desde há muitos anos que sou cliente fiel do Super Pop (sabor a limão). Tudo começou em casa dos meus pais, e mesmo hoje, apesar de ter máquina de lavar louça, sempre que quero lavar os pratos à mão utilizo este detergente (o que raramente acontece, claro). Nestes longos anos que tem durado a relação, nasceram outras marcas, como o caso do Fairy, o suposto milagre anti-gordura (que tantas vezes sugeri às minhas amigas que queriam emagrecer devido a umas excessivas 2 ou 3 gramas que tinham nas ancas), mas nunca me convenceram. O Fairy até fazia muita espuma, mas muita espuma não significa que lavasse melhor até porque nesse caso, os cientistas poderiam utilizar a baba de cães raivosos para inventar novos produtos. Provavelmente até daria bons slogans: “Fairy – o milagre da raiva”, ou “Fairy – o lava-louça raivoso”.
Antes que comecem a pensar que a marca Super Pop me pagou quantias em dinheiro para fazer um artigo a elogiar os seus produtos, gostaria de informar que a minha preferência por este detergente está a diminuir. Tudo aconteceu quando comprei a última embalagem de Super Pop Limão. Fui lavar umas coisas e reparei que a espessura do detergente tinha diminuído consideravelmente. Estava muito mais líquido e não lavava tão bem porque a gordura custava mais a sair da louça. Acho que a crise tem afectado também o mercado dos lava-loiça e agora as marcas, em lugar de efectuarem lay-off ou despedimentos colectivos, têm diminuído a qualidade dos seus produtos. Acho que esta é uma estratégia errada, principalmente nestes tempos em que a sociedade come cada vez mais produtos gordurosos.
Deixo aqui o apelo à direcção da empresa: Se estão a ler isto, voltem a repor a qualidade dos vossos produtos. Não quero que a minha aventura com o Super Pop termine já…

















